Petróleo, Gás e Biocombustíveis · dados de 2026-09-15 10:29 · ⚠ divergência leve
⚠ acima do teto, MAS o modelo não é confiável aqui: 2 alerta(s) sobre os dados — leia antes de usar o número
⚠ Resultado altamente cíclico (lucro por ação varia 101% em torno da média; dividendo por ação varia 136%). Preço teto baseado em histórico é POUCO CONFIÁVEL aqui: o lucro passado não prevê o futuro em commodity. Use múltiplos de ciclo e preço da commodity, não este número.
⚠ DPA de 12M (R$ 3.6667) é 2.1x diferente da média de 5 anos (R$ 7.8487) — o provento desabou. Métodos de renda (bazin, gordon) devem ser lidos com ressalva.
Confiança do consenso: baixa · faixa dos métodos: R$ 36,11 a R$ 78,75 · consenso por família: renda R$ 43,59, lucro R$ 68,31, patrimonio R$ 36,11, fluxo_caixa R$ 60,54 (a mediana usou só as duas do meio — patrimonio e lucro ficaram fora) · DY no preço teto: 12,42% (hoje: 8,55%)
| Método | Preço | Como foi calculado | O que significa |
|---|---|---|---|
| bazin | R$ 50,04 | DPA de R$ 4.2031 exigindo DY de 8.40% | Preço no qual o dividendo atual entrega o DY que exigimos de uma ação. |
| gordon | R$ 37,13 | DPA R$ 4.2031, crescimento 6.0% a.a., desconto 18.00% | Valor presente dos dividendos futuros, descontados à Selic + prêmio. |
| graham | R$ 78,75 | LPA R$ 8.54 e VPA R$ 32.26 | Fórmula clássica de Graham. A mais permissiva no Brasil de juro alto. |
| multiplo pl | R$ 57,86 | P/L mediano de 6.77 (8 anos) sobre base de R$ 8.54 | Preço se a ação voltar ao P/L típico da sua própria história. |
| multiplo pvp | R$ 36,11 | P/VP mediano de 1.12 (8 anos) sobre base de R$ 32.26 | Preço se a ação voltar ao P/VP típico da sua própria história. |
| dcf damodaran | R$ 60,54 | fluxo de caixa da firma, média dos 3 cenários (sensibilidade R$ 33.58–105.66) | Valor presente de 10 anos de caixa projetado (método Damodaran). É o único método que olha para frente em vez de extrapolar o passado. |
Premissas: Selic 14,00% · DY alvo 8,40%
· desconto 18,00% · crescimento usado
6,00% · DPA base R$ 4,2031
= mediana de (12M: R$ 3,6667 · média 5a:
R$ 7,8487 · normalizado:
R$ 4,2031) · LPA base R$ 8,54 = mediana de (último ano: R$ 8,54 · meio de ciclo: R$ 5,70 · trimestre anualizado: R$ 11,42).
Ajuste em config/valuation.json.
Fluxo de caixa livre da firma (FCFF) — Projeta a receita, a margem e o quanto a empresa precisa reinvestir para crescer. Chega ao valor da empresa inteira e subtrai a dívida — o que sobra é do acionista.
⚠ Beta calculado (0.38) ficou abaixo do piso de 0.80 e foi elevado — custo de capital é escolha de política aqui. Veja a matriz de sensibilidade.
⚠ Resultado historicamente cíclico. Um DCF projeta dez anos a partir de uma margem 'normal' — em commodity essa média não é o que vai acontecer em nenhum ano específico, e a perpetuidade assume que a empresa vende o mesmo produto para sempre. Trate a faixa, não o número.
⚠ 1 das 25 células da matriz ficaram vazias: nelas a taxa de desconto chega a menos de 2 p.p. do crescimento perpétuo e a conta da perpetuidade estoura. É um limite do modelo, não um valor alto.
61% do valor está na perpetuidade — no que acontece DEPOIS do ano 10. Quanto maior essa fatia, mais o número depende de fé e menos de conta.
| Custo de capital ↓ / Crescimento perpétuo → | -2 p.p. | -1 p.p. | +0 p.p. | +1 p.p. | +2 p.p. |
|---|---|---|---|---|---|
| -2 p.p. | 70,82 | 78,11 | 88,61 | 105,66 | n/d |
| -1 p.p. | 57,99 | 62,72 | 69,13 | 78,47 | 93,86 |
| +0 p.p. | 48,03 | 51,17 | 55,27 | 60,91 | 69,27 |
| +1 p.p. | 40,08 | 42,15 | 44,81 | 48,36 | 53,32 |
| +2 p.p. | 33,58 | 34,90 | 36,59 | 38,82 | 41,87 |
Cada célula é o valor por ação se aquela premissa mudar. A célula contornada é o cenário base. Verde = acima do preço de hoje, vermelho = abaixo. Se o preço atual cabe dentro da matriz, o mercado não está errado — você está escolhendo em qual célula acredita.
Para o preço de hoje ser o valor justo, o crescimento teria que ser -1.62 p.p. do que assumimos, ou o custo de capital +0.56 p.p..
| Ano | Cresc. % | Margem % | EBIT (bi) | NOPAT (bi) | Reinvest. (bi) | Caixa livre (bi) | A valor de hoje (bi) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 6,49 | 29,09 | 154,1 | 105,9 | 49,8 | 56,1 | 50,5 |
| 2 | 6,49 | 28,91 | 163,1 | 112,1 | 53,0 | 59,1 | 47,8 |
| 3 | 6,49 | 28,74 | 172,6 | 118,7 | 56,5 | 62,2 | 45,2 |
| 4 | 6,49 | 28,56 | 182,7 | 125,6 | 60,2 | 65,4 | 42,8 |
| 5 | 6,49 | 28,38 | 193,3 | 132,9 | 64,1 | 68,8 | 40,5 |
| 6 | 6,29 | 28,20 | 204,2 | 140,4 | 66,1 | 74,2 | 39,2 |
| 7 | 6,09 | 28,02 | 215,3 | 148,0 | 68,1 | 79,9 | 38,0 |
| 8 | 5,89 | 27,85 | 226,5 | 155,7 | 69,9 | 85,8 | 36,7 |
| 9 | 5,70 | 27,67 | 237,9 | 163,5 | 71,5 | 92,0 | 35,3 |
| 10 | 5,50 | 27,49 | 249,4 | 171,4 | 73,0 | 98,4 | 34,0 |
Checagem interna do modelo: diferença de
R$ — entre somar o caixa
recebido e somar o excedente sobre o custo de capital — as duas contas têm que
dar o mesmo número. Premissas em config/dcf.json.
Meses em que o ativo pagou nos últimos 3 anos, com o valor médio bruto por ação naquele mês. DPA dos últimos 12 meses: R$ 3,6667 · média dos últimos 5 anos fechados: R$ 7,8487.
| Ano | DY % | Payout % | ROE % | P/L | P/VP | Lucro líq. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | — | — | — | — | — | 85,26 B |
| 2025 | 10,49 | 42,99 | 26,49 | 3,61 | 0,96 | 110,61 B |
| 2024 | 22,63 | 285,13 | 10,00 | 12,74 | 1,27 | 37,01 B |
| 2023 | 19,16 | 79,30 | 32,75 | 3,85 | 1,26 | 125,17 B |
| 2022 | 67,99 | 103,29 | 51,68 | 1,68 | 0,87 | 189,00 B |
| 2021 | 19,85 | 68,31 | 27,54 | 3,44 | 0,95 | 107,26 B |
| 2020 | 0,00 | 93,88 | 2,30 | 51,39 | 1,18 | 6,25 B |
| 2019 | 2,12 | 0,26 | 13,58 | 9,69 | 1,32 | 40,97 B |
| 2018 | 0,88 | 10,00 | 9,30 | 11,34 | 1,05 | 26,70 B |
| 2017 | 0,00 | 0,00 | -0,17 | -465,27 | 0,79 | 0,38 B |
| 2016 | 0,00 | 0,00 | -5,92 | -12,93 | 0,77 | -13,04 B |
Lucro de 2025 conferido contra a DFP oficial (CVM): diferença de 0,00%.
| Verificação | Investidor10 | Oficial (B3/CVM) | Diferença | Status | Obs. |
|---|---|---|---|---|---|
| cotacao vs B3 | 48,92 | 49,15 | 0,47% | ok | B3 em 2026-09-15 10:14:00 |
| ROE vs CVM (anualizado, aproximado) | — | 35,39 | — | atencao | valor ausente em uma das fontes |
Data da análise: 07/08/2026
Preço de referência: R$ 41,18
⚠️ Fonte do preço: Investidor10 (data/fundamentals/PETR4.json). A API de cotação da B3
está fora do ar desde 29/07/2026 (b3_quote: null; endpoint retorna HTTP 520). O preço
citado não é o oficial da B3, contrariando a regra do projeto. A validação está em
atencao por essa ausência, não por divergência de indicador.
Motivo da reabertura: resultado do 2T26 e aprovação de R$ 17,4 bi em remuneração aos acionistas em 06/08/2026, posteriores à análise anterior (04/08/2026).
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Cotação | R$ 41,18 |
| P/L | 3,98 |
| P/VP | 1,10 |
| DY 12M | 6,98% |
| Variação 12M | +36,06% |
Macro: Selic 14,00%, CDI 12M 14,71%, IPCA 12M 4,64%.
Lucro de R$ 52,4 bi e R$ 17,4 bi de remuneração aos acionistas aprovados (Agência Petrobras de Notícias, 06/08/2026).
O pipeline confirma o número por caminho independente: data/history/PETR4.json traz 2026
acumulado em R$ 85,256 bi; o ITR da CVM (data/official) traz 1T26 em R$ 32,761 bi.
A diferença é R$ 52,495 bi — bate com o noticiado. O 1S26 sozinho já é 77% do ano de
2025 inteiro (R$ 110,6 bi, conferido contra a DFP oficial: dfp_check.diff_pct = 0.0).
Os R$ 17,4 bi equivalem a R$ 1,35/ação (12,889 bi de ações, data/dcf) — mais de
metade de tudo o que foi pago em 2025 inteiro (R$ 2,9361/ação), em um único trimestre.
Limitação declarada: o Relatório de Resultados do 2T26 não está em data/reports/PETR4/.
EBITDA, dívida líquida atualizada, geração de caixa do trimestre e o mix dividendo/JCP dos
R$ 17,4 bi não estão disponíveis. O que está disponível é o Relatório de Produção e
Vendas 2T26 (31/07/2026, documento da própria companhia).
data/history/PETR4.json)| Ano | Lucro (R$ bi) | ROE | Payout | LPA | VPA | P/L | P/VP | DPA (R$) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2016 | −13,05 | −5,92% | 0% | −1,15 | 19,41 | −12,93 | 0,77 | 0 |
| 2017 | 0,38 | −0,17% | 0% | −0,03 | 20,48 | −465,3 | 0,79 | 0 |
| 2018 | 26,70 | 9,30% | 10,0% | 2,00 | 21,51 | 11,34 | 1,05 | 0,09 |
| 2019 | 40,97 | 13,58% | 0,3% | 3,11 | 22,93 | 9,69 | 1,32 | 0,94 |
| 2020 | 6,25 | 2,30% | 93,9% | 0,55 | 23,93 | 51,39 | 1,18 | 0,0005 |
| 2021 | 107,26 | 27,54% | 68,3% | 8,28 | 30,05 | 3,44 | 0,95 | 5,65 |
| 2022 | 189,01 | 51,68% | 103,3% | 14,61 | 28,27 | 1,68 | 0,87 | 16,78 |
| 2023 | 125,17 | 32,75% | 79,3% | 9,67 | 29,52 | 3,85 | 1,26 | 7,34 |
| 2024 | 37,01 | 10,00% | 285,1% | 2,84 | 28,40 | 12,74 | 1,27 | 6,53 |
| 2025 | 110,61 | 26,49% | 43,0% | 8,54 | 32,26 | 3,61 | 0,96 | 2,94 |
| 2026 (1S) | 85,26 | — | — | — | — | — | — | 1,01 |
O momento atual é exceção ou regra? Em commodity, o "atual" é sempre exceção — a questão
é de qual lado do ciclo. A série responde com brutalidade: três anos sem pagar um centavo
(2015, 2016, 2017), prejuízos acumulados de R$ 70,1 bi entre 2014 e 2016, DPA de
R$ 0,000461 em 2020 — e, do outro lado, R$ 16,78/ação em 2022. O DPA varia 142% em torno
da média e o LPA, 101% (alerta do data/valuation). Não existe "normal" aqui.
O detalhe mais instrutivo da tabela: 2022 teve P/L de 1,68 — muito mais "barato" que os 3,98 de hoje. O que veio depois foi lucro caindo 80% até 2024 e o provento despencando 82% (R$ 16,78 → R$ 2,94). P/L de um dígito no topo do ciclo é sinal de alerta, não de barganha.
Renda mensal: meses_pagamento = [1,2,3,5,6,8,9,11,12] — cobre 9 dos 12 meses
(faltam abril, julho e outubro).
A análise de 04/08 dizia "o acionista recebe menos: DPA caiu 66% em 12 meses". Os R$ 17,4 bi aprovados em 06/08 mudam materialmente essa leitura: R$ 1,35/ação em um trimestre, com payout de apenas 33% do lucro do trimestre. Duas leituras honestas: - conservadora: R$ 1,0064 já com data-ex em 2026 + R$ 1,35 = R$ 2,36 = 5,7% em sete meses, faltando 3T e 4T; - run-rate: R$ 17,4 bi × 4 = R$ 5,40/ação = 13,1% de DY bruto. Só que "run-rate" em commodity é a premissa que a série acima desmente.
Operacional (fonte primária — Relatório de Produção e Vendas 2T26, 31/07/2026): produção própria de 3.336 mboed, +14,1% a/a — recorde, superando o recorde anterior do 1T26; pré-sal com 2.299 mbpd de óleo (+15,8%); 70 mbpd de ganho puro de eficiência; P-79 em produção desde 01/05, três meses antes do previsto; Búzios a 1,2 MM bpd; refino com FUT recorde de 101,2% e o menor volume trimestral de importação de derivados (67 mbpd).
Mas o mesmo documento traz o contraponto: vendas no mercado interno de 2.064 mbpd, −0,3% a/a (estagnadas), enquanto a exportação de petróleo cru subiu 44,3%. Todo o crescimento de volume virou exportação de óleo cru — precificado em Brent e dólar, o produto de menor valor agregado.
Regulatório/político (Fato Relevante de 02/06/2026): a companhia aderiu à subvenção de R$ 1,12/litro de diesel (MP 1.363/2026) — a quarta MP de subvenção em menos de três meses (1.340, 1.349, 1.358, 1.363). O documento declara a política: "evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio". A gasolina foi reajustada em 29/05/2026, primeira alta em dois anos, com o subsídio reduzindo a alta a R$ 0,04 (CNN Brasil, 29/05/2026). A subvenção vence em 31/12/2026.
| Risco | Severidade | Detalhe |
|---|---|---|
| Ciclicidade / lucro de pico | Alta | LPA varia 101% e DPA 142% em torno da média. O próprio valuation avisa: "o lucro passado não prevê o futuro em commodity". 2022→2024: lucro −80%, provento −82%. |
| Corte de provento | Alta | Três anos consecutivos sem pagar nada (2015–2017); R$ 0,0005/ação em 2020. O dividendo é a variável de ajuste quando o caixa aperta. |
| Interferência política / preço | Alta | Quatro MPs de subvenção em três meses; a atual vence em 31/12/2026; política declarada de não repassar volatilidade internacional. 2027 é a incógnita. |
| Capex + dívida | Média | Capex 3,2× em 4 anos com caixa operacional parado; dívida líquida R$ 333,4 bi (+48% desde 2022); capital de giro negativo em R$ 29,8 bi no 1T26. |
| Beta / custo de capital | Média | O desconto de 43% do DCF evapora com beta de 1,03 — o piso de 0,80 é convenção, não medida. |
| Câmbio / Brent | Média | Todo o crescimento de volume foi para exportação de cru, exposição pura a Brent e dólar. |
O que monitorar: (1) o mix dividendo/JCP e a recorrência dos R$ 17,4 bi no 3T26; (2) o que acontece com a subvenção do diesel após 31/12/2026; (3) capex vs. caixa operacional no release completo; (4) Brent e o preço realizado por barril.
Recomendação: Neutro — a tese melhorou de verdade, mas não o suficiente para pagar acima do teto num ativo com esta série.
O 2T26 é o melhor argumento que a Petrobras deu ao acionista em anos, e ele precisa ser reconhecido: R$ 52,4 bi de lucro, produção recorde de 3.336 mboed (+14,1%), P-79 antecipada em três meses, e — o que mais importa para esta carteira — R$ 1,35/ação de remuneração aprovada num único trimestre, mais de metade de tudo o que foi pago em 2025 inteiro, com payout de apenas 33% do lucro do trimestre. A análise anterior tratava o provento como em queda estrutural; isso mudou, e a nota de dividendos sobe por causa disso. O Touro também está certo de que o desconto do DCF (base R$ 58,95, +43%) existe apesar de o modelo ter elevado o beta de 0,404 para o piso de 0,80.
Mas o Urso tem o argumento que a própria série sustenta, e ele é decisivo para quem compra hoje: em 2022 o P/L foi de 1,68 — mais "barato" que os 3,98 de agora — e o que veio depois foi lucro −80% e provento −82%. Múltiplo baixo em commodity mede o topo do ciclo, não a barganha. O P/VP de 1,10 está exatamente na mediana de 8 anos: pelo patrimônio, não há desconto nenhum. E o desconto do fluxo de caixa depende inteiramente de um beta de política — com beta de 1,03, que é modesto para uma estatal de petróleo brasileira, o desconto inteiro desaparece. Somando: preço 16% acima do teto de R$ 35,35, depois de +36% em 12 meses, com a subvenção do diesel vencendo em 31/12/2026 e um histórico de três anos consecutivos sem pagar um centavo. Comprar aqui é aceitar risco de ciclo sem margem de segurança; carregar o que já se tem, recebendo R$ 1,35/ação, é razoável.
Notas:
- nota_dividendos: 6,0 (antes 5,0) — sobe um ponto: R$ 17,4 bi aprovados (R$ 1,35/ação)
com payout de 33% do lucro do trimestre revertem a leitura de provento em queda. Trava em
6,0 porque a série mostra três anos com zero e o DPA varia 142% em torno da média.
- nota_valorizacao: 6,0 (antes 5,5) — o DCF aponta +43% e o DCF reverso exige queda
nominal de receita por uma década para justificar o preço; mas o preço está acima do teto e
o desconto some com beta de 1,03.
- nota_qualidade: 4,5 (inalterada) — a década tem R$ 70,1 bi de prejuízo acumulado,
três anos sem provento e payout de 285% em 2024. Um trimestre excelente não move um track
record de 10 anos.
Perfil: para quem aceita explicitamente risco de commodity e de interferência política em troca de proventos altos e irregulares, com posição dimensionada para suportar um ano de DY zero. Não serve como base de renda mensal previsível.
Gatilhos que mudariam a tese: 1. Confirmação do patamar de remuneração no 3T26 (R$ 15–17 bi) — transformaria "trimestre bom" em política e levaria a nota de dividendos para 7+. 2. Definição sobre a subvenção do diesel após 31/12/2026 — é o maior risco datado da tese. 3. Preço abaixo de ~R$ 35 (preço teto) ou Brent recuando com capex mantido em R$ 108 bi/ano, o que colocaria o dividendo de volta como variável de ajuste.
Este material é gerado por IA para estudo pessoal e não constitui recomendação de investimento.