Financeiro / Bancos · dados de 2026-07-22 10:41 · ⚠ divergência leve
Confiança do consenso: baixa · faixa dos métodos: R$ 9,01 a R$ 29,10 · consenso por família: renda R$ 10,59, lucro R$ 25,12, patrimonio R$ 17,15 · DY no preço teto: 7,14% (hoje: 6,41%)
| Método | Preço | Como foi calculado | O que significa |
|---|---|---|---|
| bazin | R$ 12,18 | DPA de R$ 1.0415 exigindo DY de 8.55% | Preço no qual o dividendo atual entrega o DY que exigimos de uma ação. |
| gordon | R$ 9,01 | DPA R$ 1.0415, crescimento 6.0% a.a., desconto 18.25% | Valor presente dos dividendos futuros, descontados à Selic + prêmio. |
| graham | R$ 29,10 | LPA R$ 2.23 e VPA R$ 16.84 | Fórmula clássica de Graham. A mais permissiva no Brasil de juro alto. |
| multiplo pl | R$ 21,14 | P/L mediano de 9.46 (8 anos) sobre base de R$ 2.23 | Preço se a ação voltar ao P/L típico da sua própria história. |
| multiplo pvp | R$ 17,15 | P/VP mediano de 1.02 (8 anos) sobre base de R$ 16.84 | Preço se a ação voltar ao P/VP típico da sua própria história. |
Premissas: Selic 14,25% · DY alvo 8,55%
· desconto 18,25% · crescimento usado
6,00% · DPA base R$ 1,0415
(12M: R$ 1,2382 · média 5a: R$ 1,0415).
Ajuste em config/valuation.json.
Meses em que o ativo pagou nos últimos 3 anos, com o valor médio bruto por ação naquele mês. DPA dos últimos 12 meses: R$ 1,2382 · média dos últimos 5 anos fechados: R$ 1,0415.
| Ano | DY % | Payout % | ROE % | P/L | P/VP | Lucro líq. |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | — | — | — | — | — | 5,23 B |
| 2025 | 8,37 | 57,32 | 13,27 | 6,98 | 0,93 | 23,92 B |
| 2024 | 9,52 | 53,71 | 10,24 | 6,53 | 0,67 | 17,54 B |
| 2023 | 10,10 | 71,23 | 8,60 | 11,31 | 0,97 | 14,50 B |
| 2022 | 2,86 | 19,89 | 13,37 | 6,72 | 0,90 | 21,22 B |
| 2021 | 5,76 | 62,50 | 13,98 | 7,60 | 1,06 | 20,51 B |
| 2020 | 2,66 | 14,09 | 11,55 | 12,80 | 1,48 | 16,55 B |
| 2019 | 5,43 | 185,13 | 8,04 | 25,29 | 2,03 | 22,58 B |
| 2018 | 3,08 | 42,97 | 13,87 | 13,40 | 1,86 | 16,75 B |
| 2017 | 3,21 | 21,41 | 15,72 | 11,16 | 1,75 | 17,31 B |
| 2016 | 1,24 | 34,25 | 17,97 | 8,88 | 1,59 | 17,99 B |
Lucro de 2025 conferido contra a DFP oficial (CVM): diferença de 0,00%.
| Verificação | Investidor10 | Oficial (B3/CVM) | Diferença | Status | Obs. |
|---|---|---|---|---|---|
| cotacao vs B3 | 16,15 | 16,25 | 0,62% | ok | B3 em 2026-07-22 10:26:00 |
| ROE vs CVM (anualizado, aproximado) | — | 11,60 | — | atencao | valor ausente em uma das fontes |
Data da análise: 22/07/2026 · Preço de referência (B3): R$ 16,14 (21/07/2026, 17:58) Tipo: Ação (Financeiro / Bancos) · Contexto macro: Selic 14,25% · CDI 14,78% (12M) · IPCA 4,64% (12M) · IBOV 173.325 Verificação de dados: ⚠ atenção — ver ressalva no item 1.4
| Indicador | Atual | Leitura |
|---|---|---|
| P/VP | ~0,98 | R$ 16,14 (B3) sobre VPA de R$ 16,42 (DF 1T26). Investidor10 marca 0,95 |
| P/L | 7,36 | Sobre lucro recorrente 12M; sobre lucro contábil do 1T26 anualizado, ~9,0 |
| ROAE recorrente | 15,8% | +1,4 p.p. a/a — o melhor patamar desde 2017 |
| ROAE contábil | 11,6% | Deprimido por evento fiscal não recorrente (ver 1.2) |
| DY 12M | 8,81% | Bruto. Líquido de 17,5% de IRRF sobre JCP, ~7,3% |
| Capital Principal (CET1) | 10,2% | Caiu de 11,2% em Dez25 — o ponto frágil da tese |
O 1T26 é o nono trimestre consecutivo de alta do lucro recorrente. Pelo Relatório de Análise Econômica e Financeira 1T26 (p. 7): lucro líquido recorrente de R$ 6.811 mi (+16,1% a/a, +4,5% t/t), com receitas totais de R$ 36,9 bi (+14,0% a/a) — margem financeira R$ 20,1 bi (+16,4%), serviços R$ 10,4 bi (+6,2%) e seguros R$ 6,4 bi (+20,4%). O índice de eficiência operacional de 12 meses melhorou de 51,8% (1T25) para 49,2% (1T26), cinco trimestres seguidos de queda: receita crescendo 14,0% contra despesas operacionais em +7,8% a/a (R$ 12,6 bi) é alavancagem operacional legítima, não corte de provisão.
Qualidade de crédito melhorou nas linhas estruturais (apresentação 1T26, p. 6): 93% da carteira nos estágios 1 e 2 (+0,9 p.p. em 12 meses), estágio 3 de 8,0% (Mar25) para 7,1% (Mar26), redução de R$ 7,6 bi no ativo problemático a/a, cobertura do novo estágio 3 de 118% (vs 109% no 1T25) e parcela da carteira com garantias em 60,8% (vs 45,1% em Dez19). Em contrapartida, o custo de crédito subiu para 3,5% (+0,5 p.p. a/a) por "casos específicos do atacado e rural", a PDD expandida trimestral passou de R$ 7,4 bi para R$ 8,8 bi (+19% a/a) e a inadimplência de 15–90 dias piorou de 3,45% (Dez25) para 3,66% (Mar26).
Guidance 2026 (mesmo relatório, p. 24): carteira expandida +8,5% a 10,5%; margem financeira líquida de R$ 42–48 bi; serviços +3% a 5%; despesas operacionais +6% a 8%; resultado de seguros +6% a 8%. Mantido — não houve corte, ao contrário do Banco do Brasil.
Três números diferentes circulam para o mesmo trimestre, e vale fixá-los:
| Medida | 1T26 | 1T25 | Fonte |
|---|---|---|---|
| Lucro recorrente | R$ 6.811 mi | R$ 5.864 mi | Rel. Análise Econ. e Fin. 1T26, p. 7 |
| (–) Eventos não recorrentes | (R$ 1.781 mi) | (R$ 62 mi) | idem — "Adesão ao PTI / Processos Fiscais" |
| Lucro contábil | R$ 5.030 mi | R$ 5.802 mi | idem; e capa das DF 1T26 |
| Lucro ITR/CVM (IFRS) | R$ 5.231 mi | — | data/official/BBDC3.json |
A ponte fecha exatamente (6.811 − 1.781 = 5.030). O evento não recorrente é a adesão ao Programa de Transação Integral (PTI), um acordo de contencioso tributário — item genuinamente de uma vez só, mas que consome caixa e capital de verdade. Logo: o lucro recorrente subiu 16,1% a/a e o contábil caiu 13,3% a/a; ambas as afirmações são corretas.
Inconsistência a registrar: a Nota Explicativa 40(a) das Demonstrações Financeiras Intermediárias afirma literalmente "Em 31 de março de 2026 o resultado contábil acumulado foi de R$ 5.030.151 mil. Não houve resultado não recorrente" — o que contradiz a tabela do relatório gerencial do mesmo dia, que registra R$ 1.781 mi de eventos não recorrentes. Para 1T25 as duas fontes batem (R$ 5.863.644 mil recorrente e R$ (61.562) mil não recorrente). Adotei a ponte gerencial porque ela reconcilia aritmeticamente e é consistente com o histórico; mas o leitor deve saber que os dois documentos oficiais divergem nesse ponto.
| Ano | Lucro (R$ bi) | ROE | DY | Payout | P/VP |
|---|---|---|---|---|---|
| 2016 | 18,0 | 17,97% | 1,24% | 34,3% | 1,59 |
| 2017 | 17,3 | 15,72% | 3,21% | 21,4% | 1,76 |
| 2018 | 16,7 | 13,87% | 3,08% | 43,0% | 1,86 |
| 2019 | 22,6 | 8,04% | 5,43% | 185,1% | 2,03 |
| 2020 | 16,5 | 11,55% | 2,66% | 14,1% | 1,48 |
| 2021 | 20,5 | 13,98% | 5,76% | 62,5% | 1,06 |
| 2022 | 21,2 | 13,37% | 2,86% | 19,9% | 0,90 |
| 2023 | 14,5 | 8,60% | 10,10% | 71,2% | 0,97 |
| 2024 | 17,5 | 10,24% | 9,52% | 53,7% | 0,67 |
| 2025 | 23,9 | 13,27% | 8,37% | 57,3% | 0,93 |
Fonte: data/history/BBDC3.json; o lucro de 2025 foi conferido contra a DFP oficial da CVM com
0,0% de diferença. (O payout calculado pela própria empresa difere um pouco: 62% em 2024 e
62% em 2025, contra 53,7%/57,3% da série derivada — uso os da empresa quando cito o payout.)
A leitura honesta: o momento atual é recuperação, não retorno à antiga régua. O ROE nunca mais voltou aos 17,97% de 2016; a média da década é ~12,7%, abaixo do CDI de hoje (14,78%). O lucro saiu de R$ 18,0 bi (2016) para R$ 23,9 bi (2025) — +33% em nove anos, ~3,2% a.a. nominal, abaixo do IPCA no período: encolhimento real. E não foi uma trajetória estável: o lucro desabou duas vezes (2019, com payout de 185%; e 2023, de R$ 21,2 bi para R$ 14,5 bi na crise de crédito). Isso descreve um banco cíclico e grande, não um compounder.
Do lado positivo do track record: pagou provento em todos os dez anos, sem suspensão nem em 2020 nem em 2023, e os proventos brutos declarados vêm crescendo — R$ 10.172 mi (12M22) → R$ 11.311 mi (12M23) → R$ 11.283 mi (12M24) → R$ 14.499 mi (12M25), com R$ 3.954 mi já no 1T26 (payout bruto de 83% no trimestre). A disciplina de payout, porém, é errática: 14% em 2020, 185% em 2019, 83% no 1T26.
Tabela do Índice de Basileia (Nota "Gerenciamento de Capital", DF 1T26), deterioração em todas as linhas em um único trimestre:
| Mar26 | Dez25 | |
|---|---|---|
| Capital Principal (CET1) | 10,2% | 11,2% |
| Nível I | 12,0% | 13,2% |
| Índice de Basileia | 14,9% | 15,8% |
| Margem excedente de CET1 | 2,2% | 3,2% |
| Razão de alavancagem | 6,3% | 6,8% |
| RWA total | R$ 1.152,5 bi | R$ 1.109,0 bi |
O CET1 caiu de R$ 124,3 bi para R$ 117,0 bi (−5,9%) enquanto o RWA subiu 3,9%. A administração atribui o recuo a mudanças regulatórias, e os números sustentam isso: os ajustes prudenciais saltaram de R$ (52,4) bi para R$ (59,9) bi e o RWA de risco operacional subiu 19,5% (R$ 114,8 bi → R$ 137,1 bi) — não foi perda de crédito. Ainda assim, sobram apenas 2,2 p.p. sobre o requerimento (4,5% + ACP de 3,5% = 8,0%), e a nota da própria tabela lembra que descumprir o ACP restringe pagamento de dividendos e JCP. O alívio prometido de +2,5 p.p. vem da consolidação da Bradsaúde — reorganização societária, não geração orgânica de capital. Pagar 83% de payout num trimestre em que o CET1 cai 1,0 p.p. é a tensão central do caso.
Foi exatamente isso que derrubou a ação em 07/05/2026 ("Ações do Bradesco despencam após resultado misto e preocupações com capital" — Valor Econômico).
Ressalva de validação: data/validation/BBDC3.json marca atenção apenas porque o ROE do
Investidor10 está ausente para cruzamento; a cotação bate com a B3 (diferença de 0,06%) e o
ROE oficial anualizado (11,60%) confere com o ROAE contábil publicado (11,6%).
| P/VP | P/L | DY 12M | Var. 12M | |
|---|---|---|---|---|
| BBDC3 | 0,95 | 7,36 | 8,81% | +27,76% |
| BBDC4 (a PN) | 1,09 | 8,45 | 8,45% | — |
| ITUB4 | 2,24 | 10,20 | 8,34% | +33,00% |
| BBAS3 | 0,62 | 9,45 | 2,70% | +6,59% |
O Bradesco vale menos da metade do múltiplo de patrimônio do Itaú — mas o Itaú entrega ROE de ~22% e o Bradesco, 11,6% contábil / 15,8% recorrente. O desconto é merecido; a questão é se é excessivo.
Sobre escolher a ON: o Fato Relevante de 23/06/2026 declara JCP de R$ 3,5 bi, sendo R$ 0,315359035 por ON e R$ 0,346894939 por PN — a PN recebe 10% a mais por ação, conforme estatuto. Mas a ON custa R$ 16,15 contra R$ 18,55 da PN, um desconto de 12,9%, maior que a diferença de provento. Por real investido a ON rende ~4% a mais de renda (DY 8,81% vs 8,45%) e ainda carrega direito de voto. O preço disso é liquidez menor — o desconto persistente da ON é historicamente atribuído a isso, e não tenho um número de volume por classe nos dados coletados para dimensioná-lo. Para quem compra e carrega, a ON é a classe mais eficiente; para quem pode precisar sair rápido ou opera volumes grandes, a PN é mais segura.
Sentimento: misto, com viés positivo em renda e negativo em capital.
Dois subagentes leram os mesmos arquivos em paralelo, cegos um ao outro.
Fraqueza que o Touro admite: capital. CET1 de 11,2% para 10,2% em um trimestre, folga de 2,2 p.p., custo de crédito em 3,5% e lucro contábil 13,3% menor a/a. A tese depende de a Bradsaúde entregar os +2,5 p.p.; sem isso, 83% de payout é insustentável.
Força que o Urso admite: a melhora operacional é genuína — receitas +14,0% a/a com nove trimestres de alta, eficiência 2,6 p.p. melhor, estágio 3 de 8,0% para 7,1%, ativo problemático −R$ 7,6 bi, garantias em 60,8%. Se a alavancagem operacional virar ROE sustentado de ~15%, comprar a ~0,95x patrimônio é barato — e LCR de 161,6% e NSFR de 122,1% dão tempo para a tese amadurecer.
| Risco | Severidade | Detalhe e o que monitorar |
|---|---|---|
| Capital regulatório | Alta | CET1 em 10,2% com folga de 2,2 p.p. sobre o requerimento de 8,0%. Se a Bradsaúde não entregar os +2,5 p.p., o payout de 83% precisa cair. Monitorar: CET1 no 2T26 e 3T26; confirmação contábil do benefício da Bradsaúde. |
| Ciclo de crédito (atacado e rural) | Alta | Custo de crédito em 3,5% (+0,5 p.p. a/a), PDD +19% a/a, inadimplência de 15–90 dias de 3,45% para 3,66%. O agro derrubou o lucro do BB em 53,5%. Monitorar: inadimplência de curto prazo e novos casos de atacado. |
| Rentabilidade estruturalmente baixa | Média | ROE médio de ~12,7% na década, abaixo do CDI. O prêmio da tese exige ROE sustentado ≥15%; o banco não consegue isso desde 2017. Monitorar: ROAE recorrente por dois trimestres seguidos. |
| Custo de oportunidade (Selic) | Média | DY líquido de ~7,3% contra CDI de 14,78%. Risco de dinheiro parado se os cortes de Selic não vierem. Monitorar: trajetória do Copom contra a projeção do próprio banco (12,50% ao fim de 2026). |
| Liquidez da classe ON | Média | BBDC3 negocia com desconto persistente à PN, atribuído a menor liquidez, que não consegui dimensionar com os dados coletados. Relevante para posições grandes ou saídas rápidas. |
| Divergência entre documentos oficiais | Baixa | Nota 40(a) das DF contradiz a ponte do relatório gerencial quanto aos eventos não recorrentes do 1T26 (item 1.2). Não altera o caixa, mas reduz a confiança na consistência do reporte. |
| Execução da transformação | Baixa | 28 milhões de clientes fully digital, 660 casos de uso de IA, eficiência melhorando. Risco é de despesa sem retorno, mas o índice de eficiência mostra o contrário até aqui. |
Notas: dividendos 7,0 · valorização 7,0 · qualidade 5,5 Recomendação: Neutro (viés positivo, aguardando confirmação de capital)
Perfil: investidor de renda com horizonte de 3+ anos, que já entende que está comprando um banco cíclico em recuperação e não um compounder; aceita trocar liquidez por yield ao escolher a ON em vez da PN; e não precisa bater o CDI nos próximos 12 meses.
Justificativa. O debate expôs uma assimetria real: a recuperação operacional é verdadeira e já dura nove trimestres — receita +14,0% a/a, eficiência de 51,8% para 49,2%, ativo problemático R$ 7,6 bi menor, e um lucro recorrente de R$ 6,8 bi que reconcilia exatamente com o contábil uma vez descontado o evento tributário do PTI. A ~0,98x patrimônio, isso é barato se o ROAE recorrente de 15,8% for o novo normal. O problema é que a história de dez anos diz o contrário: ROE médio de 12,7%, lucro crescendo 3,2% a.a. nominal (abaixo da inflação) e dois colapsos de um terço do lucro. Pagar 1x patrimônio por um banco de ROE 12–13% quando o CDI está em 14,78% é preço justo, não pechincha — o desconto profundo de 0,67x de 2024 já foi capturado pela alta de 27,76% em 12 meses. Somando o CET1 em 10,2% com folga de apenas 2,2 p.p. e payout de 83% no trimestre, a renda de hoje é generosa mas está sendo paga com capital que o banco não gerou organicamente. Por isso Neutro e não Comprar: a tese é boa, mas o gatilho que a valida (capital reconstruído + ROE ≥15% sustentado) é verificável em um ou dois trimestres, e esperar custa pouco quando o DY líquido perde para o CDI de qualquer jeito. Entre as duas classes, a ON é claramente a melhor escolha para quem compra e carrega.
Gatilhos que mudariam a tese: 1. Para Comprar: CET1 de volta a ≥11,5% no 2T26/3T26 com o benefício da Bradsaúde confirmado em balanço, mantendo ROAE recorrente ≥15% — a tese de re-rating passa a ter base. 2. Para Evitar: custo de crédito acima de 4,0% ou inadimplência de 15–90 dias acima de 4,0% por dois trimestres, sinalizando que o atacado/rural virou problema sistêmico como no BB. 3. Renda: corte do JCP/payout para abaixo de 40% do lucro recorrente (sinal de que o capital venceu a distribuição), ou, no sentido oposto, Selic abaixo de 11% com o payout mantido em ~60% — aí o DY de ~8,8% bruto passa a bater a renda fixa e a nota de dividendos sobe.
Este material é gerado por IA para estudo pessoal e não constitui recomendação de investimento.